Empresário

É game design, game developer e CEO da desenvolvedora indie.

Jornalista

É colunista de tecnologia da rádio Band News FM.

Professor

Professor de Jogos digitais e Design gráfico do Centro Universitário UDF.

Palestrante

Em eventos de comunicação, ate e tecnologia.

Artista Digital

Desenhista, animador, infografista, editor de imagem e game design.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Senador Valdir Raupp pede retirada do projeto que criminaliza games da pauta do Senado.

Pressão popular ajudou a "esclarecer" parlamentar. O polêmico projeto de lei 170/06, de autoria do senador Valdir Raupp (PMBD/RO), que visava proibir a comercialização a produção e a comercialização de determinados jogos violentos, ofensivos aos costumes, às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos, que ferem a cultura dos povos e da humanidade, acaba de ser arquivado.
A informação foi enviada pela assessoria de imprensa do parlamentar que informou, através de nota oficial, que o político rondoniense já encaminhou o pedido de retirada da pauta de votações do Senado Federal ao presidente da Casa, o Senador José Sarney (PMDB/AP), seguindo as determinações do Regimento Interno, em seu artigo 256. O projeto de lei havia recebido seu segundo parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, com o voto do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).
Após seu voto, uma série de manifestações começaram a acontecer em diversos meios, com jogadores e organizações protestando contra o possível encaminhamento do projeto para votação. Abaixo, você confere a íntegra da nota oficial do senador Valdir Raupp acerca do pedido de retirada da pauta do Senado do PL 170/06. Senador Raupp retira de pauta projeto que trata sobre jogos eletrônicos (Brasília, 19/02/12) O senador Valdir Raupp (PMDB/RO) retirou de pauta, em caráter definitivo, o projeto de Lei nº 170/2006, de sua autoria, que objetiva proibir a produção e a comercialização de determinados jogos violentos, ofensivos aos costumes, às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos, que ferem a cultura dos povos e da humanidade. Ele encaminhou ao presidente do Senado Federal, José Sarney, nesta terça-feira (28), requerimento oficializando a retirada do projeto, baseando no artigo 256 do Regimento Interno do Senado.
Raupp disse na sua justificativa para retirar o projeto de pauta que, na época, de sua apresentação “acreditava-se que inviabilizar a comercialização de jogos eletrônicos que induzissem ou incitassem a discriminação, violência e preconceito, seria um dos caminhos a ser seguido para coibir os efeitos nocivos da propagação desses jogos, conforme constatado em diversas pesquisas divulgadas a respeito do tema”.
Afirmou que após um estudo mais aprofundado dos termos da proposição, e até mesmo sob o instrumento normativo a ser alterado, verificou-se que o alcance pretendido no projeto acabou sendo dissociado de sua finalidade. Esse fato adquiriu uma abrangência muito maior, o que praticamente poderia inviabilizar a comercialização de diversos tipos de jogos eletrônicos, que não fossem tão somente aqueles de se evitar a violência, o preconceito e o mal ferimento aos bons costumes, explicou o parlamentar.
Com isso, o projeto, prosseguiu o senador Raupp “reflexa e indiretamente, poderia ferir direitos fundamentais, notadamente como a liberdade de expressão, a livre iniciativa e o livre exercício da atividade econômica, e até mesmo podendo ensejar a censura, cujo fim representa uma das maiores conquistas do Estado Democrático de Direito”, observou.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Kratos X Raupp


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Carta aberta contra o projeto de lei ANTI-GAMES do Senado


A ACIGAMES, Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games, vem manifestar-se publicamente a respeito da tramitação e votação do projeto de Lei 170/06, de autoria do senador Valdir Raupp. A proposta do ilustre senador, que vem tramitando no Senado Federal há vários anos, pretende tipificar como crime os atos de “fabricar, importar, distribuir, manter em depósito ou comercializar jogos de videogames ofensivos aos costumes, às tradições, cultos, credos, religiões e símbolos”, com base no artigo 20 da lei 7.716/89, que classifica como crimes passíveis de punição atitudes relacionadas a preconceito de raça ou cor.

Ainda que a proposta tenha a intenção louvável de proteger grupos étnicos, religiosos e outros, da qual trata a referida Lei, a ACIGAMES entende que o projeto acabe por se realizar de forma falsamente moralizadora sem atingir os educativos pretensamente desejados.

A ausência de conceitos fundamentados que possam embasar a ideia, a falta de definições claras para terminologias intangíveis como “ofensivo”, “tradições” ou “cultos” e a não realização de um amplo debate com a sociedade civil, demonstram a incongruência da premissa e a falta de intimidade do referido projeto com as novas formas de interação e entretenimento digital.

A ACIGAMES não é complacente com delitos e, especialmente, com preconceitos de qualquer espécie.No entanto, cumpre afirmar que não é possível admitir um precedente penal onde praticamente quaisquer de expressões presentes em um jogo eletrônico podem se encaixar em princípios abstratos como “costumes” e “símbolos”, entre outros, violando o elementar princípio da taxatividade, consagrado em nosso Direito Penal.

Ainda, impõe o modelo de projeto verdadeira censura aos jogo eletrônicos, um produto de cunho cultural reconhecido pelo Estado Brasileiro. Como produto cultural, não cabe à lei restringir a forma como este recurso é expresso, mas orientar o adequado consumo da referida produção, para obtenção de uma experiência salutar e prazerosa.
Tal orientação, sob a forma de Lei, constitui verdadeira violação à liberdade de expressão Constitucionalmente protegida.Para estabelecer os parâmetros necessários ao consumo apropriado dos bens culturais, a população já se serve da Classificação Indicativa do Ministério da Justiça, que cumpre com eficácia este papel educativo.
Paralelamente, os representantes do Senado parecem não considerar o impacto econômico fatalmente decorrente desta iniciativa e o crescimento exponencial incalculável do mercado negro, hoje já expressivo no meio, em virtude da facilidade de distribuição informal e do anseio popular pelo acesso a conteúdos que serão considerados “proibidos” a partir da vigência da lei como se propõe.

A ACIGAMES posiciona-se contrária às intenções do projeto de lei sobretudo por entender que a proposta sobrepõe-se inadequadamente à liberdade de expressão, constitucionalmente estabelecida, ao livre comércio e à já observada Classificação Indicativa, recurso aplicável à comercialização formal dentro dos parâmetros legais ora vigentes, mas certamente incapaz de atuar com eficácia contra o mercado paralelo e as novas formas de distribuição digital.

A Diretoria

Leia mais no site oficial da Give me Five Entertainment Group:

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Estúdio criador do jogo “Dilma Adventure” faz palestra na Campus Party

Alexandre Silva
Da Campus Party

Roberto Guedes (Give me Five) e Alex Leal (Art For Life), palestram na Campus Party Brasil 2012

Durante o ciclo de palestras da Campus Party 2012, o estúdio independente Give me Five, responsável pela criação do jogo Dilma Adventure, compartilhou com os campuseiros presentes um pouco da experiência adquirida durante o processo de desenvolvimento deste que foi o primeiro título que ganhou notoriedade na internet.Palestra com os criadores do Dilma Adventure (Foto: Reprodução) Estiveram no palco de jogos o diretor geral da Give me Five, Roberto Guedes, e Alex Leal, do estúdio de comunicação Art for Life.
A criação de “Dilma Adventure” foi inspirada em outro jogo político chamado Super Obama World (jogue grátis aqui), que promovia a candidatura do atual presidente norte-americano. Esse foi um bom início para a empresa, que procurava uma forma eficiente de divulgação, e aproveitou a época das eleições para criar um jogo que explorasse a temática política de algum candidato. A escolha de Dilma Rousseff como personagem principal se deu ao fato de que foi a única candidata que na época autorizou o uso de sua imagem em um jogo.

Como resultado, em duas semanas de desenvolvimento o jogo estava pronto, e chamou a atenção do partido de Dilma, que entrou em contato com o estúdio oferecendo-lhes um pagamento pelo apoio à campanha. Um segundo jogo, chamado Dilma Adventure 2 também foi desenvolvido, e este demorou apenas um dia para ficar pronto. Outro jogo criado pelo estúdio foi Jogo Justo na Ilha dos Impostos, e assim como Dilma Adventure, podem ser jogados gratuitamente no site oficial da Give me Five.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

caminhos



A força é intensa em você, jovem Padawan Lessa, mas a sutileza da força, encontrar deve você!